Longevidade e Finitude são destaques no Rotary de Vera Cruz

por Rotary Club de Vera Cruz SP

Reunião do Rotary Club de Vera Cruz contou com a exposição da Mari Franci, sobre longevidade, finitude e o Rotary
Reunião do Rotary Club de Vera Cruz contou com a exposição da Mari Franci, sobre longevidade, finitude e o Rotary

O foco principal da última reunião ordinária híbrida do Rotary Club de Vera Cruz, no Distrito 4510 do Rotary International, foi a exposição de Mari Franci, educadora física graduada há 33 anos, terapeuta de “Watsu”, psicopedagoga, além de ser personal trainer, que apresentou o tema: “Longevidade e Finitude, e onde entra o Rotary...”, para rotarianos de Vera Cruz e convidados. “Foi uma excelente oportunidade para rever comportamentos e atitudes”, disse o presidente do clube rotário vera-cruzense, o jornalista Márcio Cavalca Medeiros, ao programar a exposição na reunião ordinária semanal, sempre na segunda-feira, às 20 horas de maneira presencial ou virtual, através da Plataforma Zoom, na internet. “Foram bem oportunas as colocações que ela fez, e principalmente as provocações sobre uma qualidade de vida”, frisou o dirigente rotário local.

Mari Franci é personal sênior de atendimento, também com atividade psicomotor com crianças com TEA e Síndrome de Down, e coordenadora do Circuito Rotary de Corridas de Rua no Distrito 4470 do Rotary International. “Uma atividade rotária que está movimentando muitos rotarianos do distrito”, falou a convidada que definiu Longevidade como algo atingível. “Não é sobre viver mais, é sobre viver melhor”, disse a rotariana. “Viver melhor com propósito e afeto”, acrescentou ao alertar para cuidados importantes para se viver muitos anos com qualidade. “São precisas mudanças e atenção em: saúde, conhecimento, o lado social e do financeiro”, falou e explicou. “A finitude é exatamente você ter noção que tudo tem um fim, porém, você pode e deve ter qualidade de vida até chegar o fim”, ensinou. “É uma questão de escolha, pois, é preciso ter liberdade de escolhas e pensamentos”, acrescentou ao enfatizar a necessidade da independência. “Não é financeira e sim, não depender dos outros para pegar, andar e se cuidar”, alertou.

Para a professora Sônia Regina Cappi Janini a exposição foi oportuna em virtude das pessoas estarem vivendo mais, porém, sem se preocupar com a qualidade de vida e sim, resumir apens na saúde. “É claro que a saúde é importante, mas ter o corpo todo funcionando bem, dentro dos anos de vida é fundamental”, disse ao recordar-se do “seo” Totó, associado do clube que viveu até os 103 anos de idade. “Ele tinha uma alimentação diferente, caminhava e se exercitava muito, sempre sorridente e participativo”, recordou ao ressaltar a qualidade de vida que ele detinha por opção e convicção. “Sem contar a simpatia e o carisma”, acrescentou a rotariana que gostou da apresentação realizada no clube rotário vera-cruzense.

Sobre o envolvimento do Rotary neste processo de longevidade e finitude, Mari Franci ressalta que o viver socialmente, trabalhar em equipe e principalmente a preocupação em servir, são ações que prolongam o bem-estar. “O Rotary tem o papel de servir, e servir é também cuidar do outro, e tem o cuidar de si, e cuidar do tempo”, destacou ao dizer que o Rotary é uma excelente terapia e ótima alternativa para as pessoas que estão com energia e querem se dedicar ao propósito de ajudar a melhorar as pessoas e a vida da comunidade. “É melhor ajudar do que ser ajudado”, brincou Márcio Cavalca Medeiros ao prestar um depoimento sobre a questão. “Sempre que estive triste, encontrei a alegria e o entusiasmo dentro das reuniões do Rotary”, elogiou o presidente do Rotary Club de Vera Cruz pela exposição realizada.

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